quarta-feira, 13 de junho de 2018
segunda-feira, 11 de junho de 2018
sexta-feira, 8 de junho de 2018
Água ou sumos/refrigerantes?
terça-feira, 3 de abril de 2018
sábado, 17 de fevereiro de 2018
Sugestões para reduzir o sal à mesa
Existem
provas científicas de que, o atual consumo elevado de sal em toda a Europa é um
fator importante de hipertensão e, por conseguinte, de doenças
cardiovasculares, do aumento do risco do aparecimento de determinados tipos de
cancros, de sobrecarga do funcionamento renal e de uma maior retenção de
líquidos pelo organismo.
A elevada
prevalência dos fatores de risco das doenças cardiovasculares em Portugal
obriga a que se tenha especial atenção à sua efetiva prevenção. Assim,
apresentam-se algumas sugestões práticas, que os consumidores poderão ter em
atenção, para reduzir o consumo de sal:
- Diminuir
gradualmente a quantidade de sal que se adiciona durante a confeção das
refeições;
- Não levar
o saleiro para a mesa;
-
Substituir o sal usado na confeção das refeições por ervas aromáticas (ex:
salsa, hortelã, coentros, óregãos, tomilho, alecrim, etc), especiariais (ex:
pimenta, colorau/pimentão, açafrão, noz-moscada, caril, etc) ou sumo de limão;
- Leia
cuidadosamente os rótulos dos alimentos, compare e opte por alimentos que
tenham menos quantidade de sódio (Na);
- Evitar
consumir alimentos com elevado teor de sal, como por exemplo: batatas fritas de
pacote, aperitivos salgados, enchidos, sopas instantâneas, refeições enlatadas,
produtos de salsicharia, charcutaria e alimentos fumados, determinados tipos de
queijo, azeitonas, molhos.
A
Organização Mundial de Saúde recomenda que não se ultrapasse o consumo de 5
gramas de sal por dia.
Texto retirado da Plataforma
contra a obesidade - Sugestões para reduzir o sal à mesa
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Satisfação dos utentes 2017
A satisfação dos
utentes é um dos objetivos principais da USF Manuel Rocha Peixoto (MRP). Realizam-se
questionários anualmente de forma a perceber a satisfação dos utentes e áreas
de melhoria contínua.
De 25 de Setembro
a 6 de Outubro de 2017 foi efetuado o questionário de auto-preenchimento de
satisfação dos utentes na nossa Unidade de Saúde.
A USF MRP pretende
analisar e utilizar a informação obtida do questionário para melhoria do
serviço que disponibiliza. Os resultados demonstraram uma apreciação positiva
(entre bastante e muito satisfeito) em todas as dimensões analisadas
(organização geral, qualidade das instalações, espaços de atendimento/espera e
limpeza/higiene).
Em algumas
questões os utentes expressam alguma insatisfação quanto à “facilidade em
falar pelo telefone para esta USF” com 28,7% pouco satisfeitos e 6,6% nada
satisfeitos; “a possibilidade de falar pelo telefone com o médico de
família” com 15,7% pouco satisfeitos e 7,4% nada satisfeitos ou “o
tempo que esperou na sala de espera” com 31,1% pouco satisfeitos.
Nas áreas
identificadas anteriormente a USF MRP propõe algumas estratégias de melhoria.
No contacto via telefone foi criada uma escala entre as Secretárias Clínicas
para atendimento telefónico exclusivo. A USF MRP pondera criar e divulgar
outras formas de contacto específico com a USF (por exemplo email) de forma a
diminuir os contactos telefónicos. Quanto ao tempo despendido na sala aguardando
pela consulta, a equipa vai adotar medidas que vão minorar este aspeto
(cumprimento rigoroso dos tempos atribuídos a cada consulta, a não permissão de
interrupção inesperada e que perturba o normal desenrolar da mesma, etc).
Em duas outras
questões os utentes demonstram desconhecimento, respondendo “não sei” ou “não
respondo” quando questionados pelos serviços ao domicílio fornecidos pela
USF (57,8%) e quanto à possibilidade de marcação de consulta via
internet (54,9%). Nestas questões a USF MRP propõe-se efetuar a divulgação
destes serviços na sala de espera, no blog e Facebook da unidade.
Os resultados do inquérito realizado em 2017 podem ser consultados na integral em:
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